Quando procurar a psicoterapia infantil?

13 de janeiro de 2020 by in category CRIANÇAS with 1 and 0

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Para algumas pessoas é difícil imaginar que uma criança, um ser livre de responsabilidades, precise frequentar a psicoterapia infantil. No entanto, esta é uma realidade mais comum do que muitos imaginam.

O primeiro ponto que gostaria de esclarecer é que levar seu filho ao psicólogo não significa ter uma criança “doente” ou “problemática” em casa.

Assim como os cuidados com a alimentação devem começar desde cedo, a atenção à saúde emocional também deve ter início ainda na infância.

Essa é uma das melhores maneiras de garantir um desenvolvimento cognitivo, social e afetivo saudável ao seu filho, contribuindo para que ele se torne uma pessoa feliz e com qualidade de vida. Mas quando procurar a psicoterapia infantil?

Sinais de que você deve procurar a psicoterapia infantil

As crianças ainda não sabem dar nome às próprias emoções e têm dificuldade em expressá-las com palavras, por isso sua principal forma de se comunicar é através do comportamento.

Assim, é fundamental estar atento a mudanças de hábitos e aparente “regressão” no desenvolvimento. Alguns sinais bem comuns são:

Voltar a fazer xixi na cama: é uma ação involuntária que normalmente surge como reflexo de medo e estresse. Portanto brigar pode piorar a situação, além de afetar a autoestima da criança.

Mudanças no padrão alimentar: como gastam muita energia é normal que as crianças estejam sempre com fome. Mas se há uma perda ou aumento brusco no apetite isso pode significar alguma dificuldade emocional.

Agressividade: assim como acontece com os adultos, tensão, insegurança, pressão e outras questões psicológicas podem deixar a criança irritada e agressiva. Fique atento a comportamentos como começar a morder ou bater nos irmãos, primos, coleguinhas e até mesmo nos pais ou cuidadores.

Dificuldades na escola: quem não fica desanimado quando tem algum problema relacionado a emoções e sentimentos? Se a criança passa a ter dificuldades, queda de rendimento, se nega a ir ou não quer conversar sobre a escola, procure entender qual o motivo. Um deles pode ser o bullying.

Alterações no sono: ficar se debatendo ou revirando na cama enquanto dorme, demorar para dormir, acordar no meio da noite ou mesmo dormir demais são demonstrações de inquietação psicológica.

Queixas constantes de dores físicas aparentemente sem motivo, desânimo para brincar, medo excessivo e apego exagerado à mãe também podem ser uma forma que seu filho encontrou de pedir ajuda. 

Os pais devem ser os primeiros a vencer a barreira do preconceito e compreender que a psicoterapia infantil é um investimento em saúde e bem-estar para os pequenos.

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